
A vivissecção consiste na dissecação de animais VIVOS para estudos. A experimentação com animais expõe muitos e diversificados animais (desde macacos e ratos, passando por cães e gatos) a substâncias químicas, geralmente sem anestésicos, podendo ou não envolver o acto da vivissecção.
Estima-se que, anualmente, pelo menos mais de cem milhões de animais sofram em experimentações laboratoriais em todo o mundo, sendo que pelo menos 10-11 milhões são utilizados na União Europeia. Os animais são usados em muitos tipos diferentes de experiências, sendo que todas as experiências causam dor e sofrimento. Muitos dos animais envolvidos morrem em resultado da experiência ou são mortos para examinação post-mortem. Nos laboratórios, um animal pode ser envenenado; ser privado de alimento, água ou sono; ser submetido a substâncias irritantes para pele e olhos; ser sujeito a pressão psicológica; ser deliberadamente infectado com doenças; ver-lhe incutidos danos cerebrais; ficar paralisado; ser mutilado cirurgicamente; ser sujeito a radiações e queimado; ser sujeito a gases nocivos; ser alimentado à força e electrocutado...
Investigadores de todo o mundo usam animais para testar ou desenvolver praticamente tudo, desde produtos domésticos, cosméticos e aditivos alimentares, passando por produtos farmacêuticos, químicos industriais, agroquímicos, alimento para animais de companhia, dispositivos médicos, novas técnicas cirúrgicas, tabaco e produtos alcoólicos. As experiências de engenharia genética submetem os animais a uma enormidade de formas de deformidade física, bem como formas mais subtis de sofrimento. As experiências militares sujeitam os animais aos efeitos de gás venenoso, a descargas de armas tradicionais, a doenças de descompressão, queimaduras ou radiação...
As experiências com animais revelam-nos informações sobre os animais, não sobre as pessoas. Os resultados dos estudos com animais nunca podem garantir a segurança ou eficácia de medicamentos humanos ou outros produtos, pois existem diferenças biológicas, anatómicas e bioquímicas fundamentais entre as espécies. Diferentes espécies podem ter respostas completamente contraditórias a uma variedade de substâncias, e só quando uma substância é experimentada em testes clínicos com humanos é que sabemos realmente se é segura para utilização. O perigo de nos basearmos nos estudos com animais é ilustrado pela longa lista de medicamentos testados em animais que foram retirados do mercado ou cuja utilização foi restringida por terem originado efeitos secundários inesperados em pacientes humanos.
Mas, acima de tudo, sujeitar deliberadamente os animais a danos físicos e psicológicos em experiências laboratoriais é cruel e moralmente injustificável. As experiências com animais são horríficas. A indústria de pesquisa animal é responsável por infligir deliberadamente dor, sofrimento, angústia, doença e morte de milhares de milhões de animais todos os anos e em todo o mundo. Pela sua natureza peculiar, trata-se de uma indústria que permanece fechada ao escrutínio público. Opera em segredo e com portas fechadas...
Estima-se que, anualmente, pelo menos mais de cem milhões de animais sofram em experimentações laboratoriais em todo o mundo, sendo que pelo menos 10-11 milhões são utilizados na União Europeia. Os animais são usados em muitos tipos diferentes de experiências, sendo que todas as experiências causam dor e sofrimento. Muitos dos animais envolvidos morrem em resultado da experiência ou são mortos para examinação post-mortem. Nos laboratórios, um animal pode ser envenenado; ser privado de alimento, água ou sono; ser submetido a substâncias irritantes para pele e olhos; ser sujeito a pressão psicológica; ser deliberadamente infectado com doenças; ver-lhe incutidos danos cerebrais; ficar paralisado; ser mutilado cirurgicamente; ser sujeito a radiações e queimado; ser sujeito a gases nocivos; ser alimentado à força e electrocutado...
Investigadores de todo o mundo usam animais para testar ou desenvolver praticamente tudo, desde produtos domésticos, cosméticos e aditivos alimentares, passando por produtos farmacêuticos, químicos industriais, agroquímicos, alimento para animais de companhia, dispositivos médicos, novas técnicas cirúrgicas, tabaco e produtos alcoólicos. As experiências de engenharia genética submetem os animais a uma enormidade de formas de deformidade física, bem como formas mais subtis de sofrimento. As experiências militares sujeitam os animais aos efeitos de gás venenoso, a descargas de armas tradicionais, a doenças de descompressão, queimaduras ou radiação...
As experiências com animais revelam-nos informações sobre os animais, não sobre as pessoas. Os resultados dos estudos com animais nunca podem garantir a segurança ou eficácia de medicamentos humanos ou outros produtos, pois existem diferenças biológicas, anatómicas e bioquímicas fundamentais entre as espécies. Diferentes espécies podem ter respostas completamente contraditórias a uma variedade de substâncias, e só quando uma substância é experimentada em testes clínicos com humanos é que sabemos realmente se é segura para utilização. O perigo de nos basearmos nos estudos com animais é ilustrado pela longa lista de medicamentos testados em animais que foram retirados do mercado ou cuja utilização foi restringida por terem originado efeitos secundários inesperados em pacientes humanos.
Mas, acima de tudo, sujeitar deliberadamente os animais a danos físicos e psicológicos em experiências laboratoriais é cruel e moralmente injustificável. As experiências com animais são horríficas. A indústria de pesquisa animal é responsável por infligir deliberadamente dor, sofrimento, angústia, doença e morte de milhares de milhões de animais todos os anos e em todo o mundo. Pela sua natureza peculiar, trata-se de uma indústria que permanece fechada ao escrutínio público. Opera em segredo e com portas fechadas...
1 comentário:
Boa tarde. Preciso de vos contactar por email. Podem fornecer-me um endereco? Muito obrigado. Antonio Jose Paiva
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